Apresentador da série Queer Eye lança livro de receitas

Antoni Porowski, o especialista em comida e vinho do programa Queer Eye, premiada série americana, apresenta seu primeiro livro de receitas: Antoni na Cozinha. Além de ensinar o passo a passo de pratos deliciosos, o autor compartilha sua história, desde a infância no Canadá até almejar sucesso nos Estados Unidos.

Cada receita traz um pouco da trajetória de Antoni e coloca o leitor em contato com os hábitos alimentares de diversas partes da América do Norte, desde itens clássicos até comida de rua revisitada. O livro é rico em histórias e imagens, bem-acabado e inspirador.

A publicação conta com mais de 100 preparações divididas em: aperitivos, vegetarianos e guarnições, sopas e cozidos, massas e arroz, noites saudáveis, proteína animal e doces.

Antoni também ensina como fazer uma tábua de queijos, ele relata que seu pai preparava toda sexta-feira, com pelo menos quatro ou cinco variedades, uma rica seleção .

Confira abaixo o trecho do livro:

Aula Rápida de tábua de queijos

Em vez de apenas servir alguns pedaços de queijos em uma tábua, faça uma combinação com o know-how e criatividade para torná-la memorável aos olhos dos seus convidados. No inverno, adoro escolher diferentes frutas secas e/ou pastas para acompanhar cada queijo. No verão, vá de frutas frescas fatiadas e frutas vermelhas.

Queijo Azul: A intensidade dos azuis – que incluem o quebradiço stilton, o cremoso dinamarquês e o original francês Saint Agur – casa muito bem com uvas doces, tâmaras e figos (frescos ou secos).

Chèvre (queijo de cabra): Costumo utilizar queijos de cabra suave, que você pode encontrar frescos e sem casca ou levemente maturado com uma casca fina e comestível, como o Chabichou du Poitou ou o Crottin de Chavignol. Gosto de regar os frescos com um fio de mel de boa qualidade e salpicar pimenta rosa moída ou amassada. Quando compro os tipos de casca, aprecio sem adornos, acompanhados de frutas secas (damascos caem bem), castanhas e/ou biscoitos.

• Cheddar pronunciado: A Cabot Creamery, em Vermont, faz meu cheddar favorito envolto em tecido – ele é envelhecido em tecido em vez de cera, o que resulta em um queijo mais seco e com um sabor mais profundo e rico. Fica fantástico com pastas adocicadas, como manteiga de pistache, conservas de damasco e de cereja usadas em tortas ou, ainda, tâmaras medjool. Cheddar também é ótimo acompanhado de pepininhos em conserva e da sua mostarda favorita.

Dica: Calcule de 60g a 90g de queijo por pessoa. Selecione pelo menos dois ou três queijos, mesmo para uma tábua pequena, e deixe-os chegar à temperatura ambiente antes de servir. Pense na textura, no sabor, no tipo de leite, no estilo e no nível de originalidade; é interessante misturar coisas diferentes. Você pode criar um tema (queijos espanhóis ou de leite de vaca, por exemplo), caso goste dessa proposta, ou manter a coisa toda bem simples. Há muitos modos de fazer, e nenhuma regra estrita a seguir.

Ficha técnica

Antoni na Cozinha
Autor: Antoni Porowski
Páginas: 274

Preço: R﹩ 110

Onde comprar: https://www.livrariasenac.com.br

Editora Senac São Paulo

Livro sobre Cozinha Pantaneira é lançado pela Documenta Pantanal.

Cozinha Pantaneira: Comitiva de Sabores“, do pesquisador e chef sul-mato-grossense Paulo Machado, acaba de sair da gráfica. Com textos de Cristiana Couto e fotos de Luna Garcia, o título soma-se ao portfólio da iniciativa ‘Documenta Pantanal’, que, de acordo com sua diretora executiva, a produtora Mônica Guimarães, “mantém-se fiel ao seu objetivo de promover esse importante ecossistema do planeta por meio de diferentes linguagens, inclusive a culinária”, diz.

Nesse sentido, o título, com 180 páginas (BEĨ Editora) faz um mergulho nas raízes da cozinha pantaneira, apresentando ao leitor 65 receitas selecionadas por Machado e preparadas por ele e outros chefs do Centro-Oeste. Dividido por temas variados – como “Comidas de Comitiva”, “Comidas de Festa”, “Comidas de Fazenda”, “Comidas da Cidade”, “Comidas do Mercadão” e “Cozinha Indígena”, – o livro, segundo Machado, reúne pratos doces e salgados e começou a ser concebido há quase 15 anos, após um período de estudos e trabalho na Europa.

“Quando voltei, trouxe na bagagem a compreensão de que para se trabalhar alta gastronomia é necessário conhecer a cozinha regional de cada local. Cheguei com uma vontade ávida de pesquisar a minha gastronomia, da região onde nasci, e tive ainda mais sede quando percebi que havia ainda muito por desbravar. Após dois anos de intensa pesquisa comecei a conhecer de perto a identidade da cozinha pantaneira”, afirma.

Para exemplificar essa culinária rica em influências as mais variadas – vindas do campo, das áreas alagadas e das aldeias indígenas (das etnias terena e guarani, por exemplo) -, Machado destaca algumas das receitas que ilustram a diversidade de ingredientes utilizados no cotidiano pantaneiro. Entre elas, o Bolo Souza – famosa chipa frita, que é uma das delícias encontradas nas feiras e nos mercados das principais cidades da região -, o revigorante caldo de piranha, a saltenha – uma das deliciosas refeições pantaneiras que chega por meio da influência boliviana -, as iscas de jacaré, o macarrão de comitiva e, entre as sobremesas, os tradicionais doces de abóbora em calda e de leite.

“Este trabalho representa não só uma realização pessoal, mas, também, uma contribuição enquanto preservação e resgate da autêntica cultura gastronômica do Pantanal”, diz o chef. “Em uma época em que o Pantanal está em evidência por um motivo repugnante, como as queimadas, sofrendo as agruras da pior seca dos últimos tempos, lançar este livro evidenciando nossa cultura e registrando saberes de tanto valor nos dá um alento para seguir em frente”, complementa.

Nesse sentido, o de contribuição para a preservação da cultura regional, a chef Mara Sales não apenas endossa as palavras de Machado, como complementa ao assinar o prefácio: “Nesta obra, em que nada se desperdiça, o autor contribui para provocar a sensação desse pertencimento. Conhecedor e grande entusiasta da cozinha do seu bioma, ele apresenta um livro urgente e necessário sobre a comida do Pantanal e suas fronteiras, sobre o pantaneiro e suas histórias”.


SOBRE O CHEF PAULO MACHADO

Profundo conhecedor da gastronomia latino-americana, Paulo Machado é formado em Direito e Gastronomia e estudou no programa de cozinha francesa do Instituto Paul Bocuse, na França. Mestre em Hospitalidade, fundador do Instituto Paulo Machado em Mato Grosso do Sul, trabalhou em restaurantes da Europa e do Brasil. Dá aulas de gastronomia e já esteve em 56 países, sendo que em 15 deles promoveu Festivais de Cozinha Brasileira. Em 2015, recebeu o Prêmio Dólmã de Melhor Chef na categoria nacional. Em 2017, sua marca “Brasil FoodSafaris” recebeu o prêmio Braztoa/Sebrae de melhor startup em turismo do Brasil. Machado foi colaborador da revista Menu e colunista na rádio CBN Campo Grande. Integra, ainda , o Slow Food, projeto Cumari e o grupo de Cozinhas Regionais da América do Sul. Ensina receitas e curiosidades da alimentação em seu canal do YouTube (Chef Paulo Machado) e escreve no blog www.brasilfoodsafaris.com.

(serviço)

COZINHA PANTANEIRA: COMITIVA DE SABORES

Editora: BEĨ Editora

ISBN: 978-65-86205-02-2

Preço: R﹩ 80

Chef Morena Leite lança seu sexto livro!

CAPA SANTINHO v11 - MAIOR.indd

Eu sou fã dela, da comida dela e claro de seus livros, sempre com imagens e receitas incríveis, esta semana terei mais um para a coleção.  A chef Morena Leite acaba de lançar se sexto livro, o Santinho – Comida Para Compartilhar (Editoras Gaia e Boccato).

Alimento que nutre fisicamente, emocionalmente e espiritualmente. Esta é a filosofia que a chef Morena Leite apresenta nesta obra, que traz 95 receitas que refletem a essência de uma cozinha saudável, com ingredientes e temperos brasileiros e técnicas francesas (quente com frio, crocante com creme, sabor com estética), que foram apresentadas ao longo dos anos de vida do restaurante Santinho.

santinho2

Para quem desconhece, O Santinho nasceu em 2011, com o propósito de aliar arte e gastronomia, no Instituto Tomie Ohtake, em Pinheiros, em ambiente moderno, em sintonia com a proposta da instituição. Em 2013, a marca abriu sua segunda casa, no Museu da Casa Brasileira, no Jardim Europa, em um grande terraço com deck aberto para uma área verde de 6.000 m2 com mais de 200 exemplares de árvores. A unidade dentro do Theatro Municipal de São Paulo, endereço nobre do centro da cidade, foi inaugurada em 2015, consagrando sua presença em espaços culturais. Anualmente, o restaurante Santinho ganha uma versão pop up dentro da SP-Arte, a maior feira de arte contemporânea da América Latina. O Santinho foi eleito pelo júri especial da revista Veja SP Comer & Beber 2014/2015 como o melhor restaurante de comida bufê de São Paulo.

A noite de autógrafos será quarta-feira (07/dezembro), a partir das 19h30, no Santinho do Instituto Tomie Ohtake, onde começou a trajetória de sucesso da marca. Vou correndo buscar o meu….livro bacana e um ótimo presente para 2016 que foi intenso em todas as suas esferas! Rs

Ficha técnica:

Título: Santinho – Comida Para Compartilhar
Autora: Morena Leite
Ilustrações: Camilla Sola
Fotos: Antônio Rodrigues
Editoras Gaia e Boccato, São Paulo, 2016.
Páginas: 252
Formato: 25 cm x 2,0 cm x 25 cm
Preço: R$ 169,00

Lançado livro que retrata culinária afro-brasileiras

cozinhando historias

No último dia 20 de novembro, foi lançado um livro gastronômico bem bacana, intitulado “Cozinhando história: receitas, histórias e mitos de pratos afro-brasileiros”. 

A iniciativa é resultado do trabalho desenvolvido na oficina de culinária criativa “Cozinhando história” oferecida pelo Espaço Cultural Pierre Verger. O volume, organizado por Josmara Fregonese, Marlene Jesus da Costa e Nancy de Souza, reúne ideias, receitas e histórias que, ao longo de seis anos, foram se aperfeiçoando e  consolidaram o empreendimento das três autoras.

Nas oficinas de culinária criativa, as receitas preparadas eram acompanhadas pela história de suas origens ou por mitos de orixás que explicavam os alimentos utilizados nos pratos. Quem contava essas histórias era Nancy, mais conhecida como Vovó Cicí. A Marlene cozinhava com sua particular habilidade de transformar tradicionais receitas em algo possível para o aprendizado dos jovens alunos. E a Josmara fotografava com seu senso estético de cores e contrastes, mostrando os pratos como pequenas obras de arte.

Trata-se de uma ótima oportunidade para conhecer melhor a cultura e culinária afro-brasileiras 

Ficha Técnica
Título: Cozinhando história: receitas, histórias e mitos de pratos afro-brasileiros [organizado por] Josmara B. Fregoneze, Marlene Jesus da Costa, Nancy de Souza.

Salvador, Fundação Pierre Verger, 2015-11-10
140p
Preço: R$ 49,00;
Locais de venda: Fundação Pierre Verger Galeria (Rua da Misericórdia, 09. Salvador – BA), (71) 3321-2341. Loja Online – www.lojapierreverger,org.br
Loja do Museu Afro Brasil.
As publicações também serão distribuídas por livrarias pelo Brasil.

 

 

Um livro com Pedigree – Cão Gourmet!

Procurando dicionários gastronômicos pelas livrarias virtuais da vida, descobri um livrinho que pode deixar muitos “tecnólogos gastronômicos” felizes da vida! Trata-se da obra “Cão Gourmet”, que contém 30 receitas ricamente ilustradas, e oferece opções de alimentação saudável para o seu melhor amigo….e de quebra você pode levar um kit que contém 03 cortadores em formatos de “ossinhos” para agradar o seu cachorrinho…..

Isso quer dizer o que exatamente, para os mais inspirados; Além de preparar deliciosos pratos para você, agora existe livrinhos de receitas também para os seus bichinhos..ou seja todos seremos felizes para sempre! rs

A brilhante idéia veio da empresária Myrian Abicair, que começou a criar receitas para seus próprios bichos. E após muitos testes, conseguiu chegar às receitas ideais para o paladar e a saúde dos cães.

Entre as opções de receitas estão os biscoitos, os petiscos e sobremesas….Só para dar alguns exemplos; “Cãoduíche”- petisco com caldo de legumes light e manjericão; “Bahamas Cookies” – creme de amendoim, farinha de arroz e coco ralado…pensando bem eu também poderia provar uma destas gostosuras eventualmente…..rs

E ai não dá vontade de ter um cachorro só para ter este livro de receitas? ….rs….Beijos