Arraial online reúne chefs em Live de receitas tradicionais de São João.

As festas juninas e julinas estão entre as comemorações mais aguardadas do ano em várias regiões do Brasil. Com o objetivo de manter a tradição mesmo neste momento de isolamento social devido à covid-19, a Bonduelle – líder mundial em produtos de origem vegetal minimamente processados – patrocina o Arraial Foodpass.

O evento é organizado pela Foodpass e contempla programação de lives gratuitas com chefs que vão ensinar receitas da cozinha caipira e sertaneja no sábado, 11 de julho, a partir das 10 horas. O Arraial Foodpass ainda vai arrecadar doações para o Projeto Buscapé, que há 12 anos atua na formação de mais de 1.500 crianças de escolas públicas no Litoral Norte de São Paulo com atividades culturais, esportivas e gastronômicas.

“Temos a missão de ser referência global em saudabilidade e bem-estar, e queremos mostrar ao consumidor que é cada vez mais acessível ter uma alimentação saudável, plant-based, prática e gostosa no dia a dia. Além disso, acreditamos na força da gastronomia e alimentação como meio de transformação social, e por isso, apoiamos e patrocinamos eventos que tenham o mesmo objetivo”, afirma Alessandra Cervetto, gerente de marketing da Bonduelle.

O Arraial Foodpass acontece na Live no YouTube (http://www.youtube.com/user/FoodPassBrasil). As doações serão arrecadadas por meio de um QR Code, disponibilizado durante a live, que levará direto para o site da Foodpass

Confira a programação, receitas e chefs participantes:

10h | Pablo Oazen, do Benza (@pablo.oazen)
Receita: Pastel de carne e palmito;

11h | Raphael Despirite, do Marcel (@rdespirite)
Receita: Sopa de ervilha com linguiça;

12h | Manuelle Ferraz, do A Baianeira (@manuelleferraz)
Receita: Bolo salgado de milho;

13h | Heloisa Bacellar, do La da Venda (@nacozinhadahelo)
Receita: Pudim de milho;

14h | Cafira Foz, do Fitó (@cafira)
Receita: Creme de galinha

15h | Kátia Barbosa, do Aconchego carioca (@barbosakatia)
Receita: Cocada de milho verde

16h | João Diamante, do Cozinha Diamante (@joaodiamante)
Receita: Créme Brulée de Milho

17h | Patricia Helu, culinária saudável (@patriciahelu)
Receita: Pipoca de beterraba

Horta em casa ou no apartamento: uma boa adaptação às poucas visitas ao mercado.

Cosy balcony garden with corn seedling and flowers

A pandemia de Covid-19 tem refletido em novos hábitos por parte da população brasileira. O cultivo de plantas condimentares ou ervas aromáticas em vasos ou num canteiro ou até mesmo no jardim, além de ser uma atividade que ajuda a relaxar, confere uma alimentação mais saudável e, principalmente, um pequeno contato com a natureza e os benefícios que ela nos proporciona diariamente. Informações da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, por meio do Instituto Agronômico (IAC-APTA), auxiliam a montar uma horta em casa ou apartamento, em pequenos recipientes ou espaços, com investimento de R$ 30,00 a R$ 50,00.

Para começar, vale apostar em vaso, floreira ou mesmo potes de sorvete, manteiga ou margarina, dentre outros que podem ser reutilizados, bastando fazer pequenos orifícios para drenar a água. Também serão necessários substrato, solo, adubo foliar ou algum tipo de adubo natural, como esterco, compostagem ou húmus.

“Se a pessoa já tiver os vasos ou jardineiras ou se vai reaproveitar algum tipo de pote, basicamente o custo será com a aquisição de mudas ou sementes, do substrato ou terra vegetal e adubo foliar”, diz a pesquisadora do IAC, Eliane Fabri. A variação do investimento vai depender do que a pessoa irá comprar: sementes ou mudas, vasos e substratos. “Mas o investimento não vai passar de R$ 50,00”, afirma.

Para quem usa essas ervas com frequência, ao ter a própria horta, a economia com compra de apenas cebolinha e salsinha pode chegar a R$ 10,00, por semana, segundo Eliane. Para quem recorre a outros temperos, a economia será ainda maior.

E para a horta “ir pra frente” a pesquisadora orienta sobre o manejo adequado. “O principal erro é o encharcamento com água ou a falta de água, na dúvida, recomendo apertar o solo com as pontas dos dedos e verificar se ainda está úmido ou se já está muito seco para proceder ou não com a irrigação”, esclarece a pesquisadora, ao comentar sobre o que deve ser evitado no cultivo.

Se o plantio for em ambientes fechados, como apartamentos, a rega deve ser feita duas vezes por semana e sem que haja encharcamento. Se os vasos estiverem em ambiente com bastante entrada de sol, a rega pode ser efetuada em dias alternados e sem deixar encharcar. “Se possível, coloque os vasos em local com um pouco de sol ou pelo menos uma boa entrada de luz”, recomenda.

Para quem não tem experiência e não quer arriscar, é melhor começar replantando aquele vaso com mudas, vendido em varejões, floriculturas e no mercado de flores na CEASA. Neste caso, deve-se escolher os que estão com aspectos mais saudáveis. “Quem optar por sementes, o ideal é ler as recomendações para semeadura para cada espécie que vêm descritas na embalagem”, sugere.

E em quantos dias, após o plantio, a pessoa poderá colher os primeiros raminhos na sua horta? Dependendo da espécie, se o plantio foi feito com mudas, a partir de 15 a 20 dias após o plantio. Mas se a opção foi pela semeadura de sementes, serão necessários cerca de 30 dias para a primeira colheita.

Em resumo, para não ter erro: “O ideal é escolher um vaso de tamanho adequado ao espaço que tem no apartamento ou casa, colocá-lo em um local com entrada de luz ou sol, para um vaso de diâmetro de 20 cm a 25 cm colocar, no máximo, cinco mudas, escolher um bom substrato ou terra vegetal para fazer o plantio e irrigar de acordo com a recomendação para cada espécie”, ensina.

E para quem ainda tem dúvida se vale investir em uma horta caseira, fica o resumo da cientista: “O hábito de cultivar plantas condimentares ou ervas aromáticas em vasos ou num canteiro ou até mesmo no jardim, além de ser uma atividade que ajuda a relaxar, confere uma alimentação mais saudável e, principalmente, um pequeno contato com a natureza e os benefícios que ela nos proporciona diariamente”.

Como adubar?
Quem nunca comprou plantas aromáticas ou hortaliças folhosas e observou que algumas duram muito e outras deterioram rapidamente, dependendo de onde compra (e, logicamente, do fornecedor e do modo de cultivo)? Essa durabilidade do produto pode ter a ver com a adubação.

A pesquisadora conta que o excesso de nitrogênio diminui a durabilidade da vida de pós-colheita das hortaliças. Segundo Eliane Fabri, a adubação é importante e deve ser feita, mas é preciso cuidado com o excesso de adubação nitrogenada. “Ela favorece o rápido desenvolvimento da planta, mas se não estiver em equilíbrio com os demais nutrientes necessários para o bom desenvolvimento, podemos ter uma planta nutricionalmente desequilibrada e mais suscetível aos ataques de pragas e doenças”, explica.

No caso da horta caseira, de acordo com a pesquisadora, para adubar as plantas podem ser misturados no substrato para plantio, adubos orgânicos, húmus ou uma pequena quantidade de adubo químico para plantio. “Após o pegamento das mudas ou após as sementes germinarem e a planta apresentar de dois a quatro pares de folhas, é bom fazer uma adubação de cobertura com adubo químico foliar, recomendado para esse tipo de cultivo”, orienta. Esses adubos químicos são encontrados em casas agropecuárias, floriculturas ou mesmo em alguns supermercados. “Para quem não quer usar o adubo químico, pode-se fazer um reforço colocando sobre o solo ou substrato do vaso uma pequena porção de adubo orgânico na forma sólida”, completa.

Mais sabor aos pratos
“A natureza nos oferece uma série de ervas que, adicionadas aos alimentos, podem resultar em deliciosas preparações culinárias. Pratos simples podem ser transformados em verdadeiras iguarias, se soubermos combinar bem os ingredientes com as ervas aromáticas”, é o que ensina a nutricionista Beatriz Cantusio Pazinato, diretora da Divisão de Extensão Rural, da Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável (CDRS) da Secretaria, e está sempre à frente de capacitações na área de processamento artesanal de produtos agropecuários e preparo de alimentos, sendo autora de diversas publicações nessa área.

Para usá-las, Beatriz orienta ainda que as ervas secas são de três a quatro vezes mais concentradas do que as ervas frescas, dessa forma recomenda-se que, para cada colher de sopa de ervas frescas, seja usada uma colher de chá de ervas secas; também se pode combinar o uso de ervas juntando-as em sachês, sendo o mais comum fazer um buquê com quatro ramos de salsa, dois de tomilho e uma pequena folha de louro, por exemplo. Entre as ervas mais comuns e conhecidas na culinária estão o alecrim, a cebolinha, o coentro, o estragão, a hortelã, o louro, o manjericão, a manjerona, o orégano, a salsa, a sálvia, a segurelha e o tomilho. Já a erva-cidreira e a erva-doce, além de terem uso em pratos doces, também podem ser utilizadas em pratos salgados.

A Instrução Prática 270 “Uso Culinário de Ervas Aromáticas” pode ser adquirida no Setor de Publicações da CDRS. Os pedidos são feitos via e-mail e os depósitos efetuados no Banco do Brasil, conforme pode ser conferido no site https://cdrs.sp.gov.br. Porém, em razão da quarentena, a comercialização das publicações está temporariamente paralisada quanto às entregas, devendo retornar à normalidade tão logo seja permitido

Instituto Brasil a Gosto promove Campanha com comunidades quilombolas e caiçaras.

O Instituto Brasil a Gosto, acaba de lançar uma importante campanha de doação de alimentos para diminuir a fome durante a pandemia do novo coronavírus. A campanha tem dois objetivos: ajudar a escoar o excedente de produção das comunidades quilombolas e caiçaras do Vale do Ribeira e, com esses ingredientes, alimentar famílias em situação de vulnerabilidade do Estado de São Paulo.

A partir da plataforma de financiamento coletivo Kickante, é possível doar valores desde 10 reais e contribuir com essa ação. O link para doações é kickante.com.br/brasilagosto

É possível doar a partir de 10 reais. As doações podem ser feitas em reais ou moedas estrangeiras e é possível parcelar em até 6 vezes com parcela mínima de 25 reais.

Os doadores terão direito a diferentes recompensas, conforme a faixa de contribuição. Entre elas, um e-book com receitas brasileiras do Instituto Brasil a Gosto e vaga em uma aula online ao vivo com a chef Ana Luiza Trajano.

A comunidade do Vale do Ribeira fornecem produtos para a alimentação de alunos da rede pública do Estado de São Paulo. Porém, com a interrupção das aulas por conta da pandemia, toneladas de alimentos (como banana, abóbora, alface, inhame, mexerica, palmito) produzidos pela Cooperativa dos Agricultores Quilombolas do Vale do RibeiraCooperquivale que iriam para os estudantes estão se acumulando. A ideia é comprar esse excedente e levá-lo a quem tem fome. Tudo isso com ajuda de importantes parceiros: Cooperquivale, Instituto Socioambiental, a comunidade caiçara da Enseada da Baleia e o Instituto Linha D’água. 

Cada kit será composto por ao menos dez itens entre os 26 produzidos pela Cooperquivale, de acordo com sua sazonalidade, somando 15 quilos de alimentos cada um, mais um quilo de peixe seco (entre parati, corvina, tainha, salteira e bagre) de comunidades tradicionais da Ilha do Cardoso e região e beneficiados pela Comunidade Caiçara da Enseada da Baleia. Entre esses alimentos devem estar palmito, mandioca, limão, inhame, cará, diferentes variedade de banana, chuchu, mel, rapadura, farinha, taiada, batata doce, alface, cheiro verde, couve, entre outros. Comida de verdade, cheia de afeto, para alimentar as famílias vulneráveis de Eldorado, Iporanga e São Paulo.

 

 

Capim Santo lança serviço de delivery em São Paulo e no Rio de Janeiro

Chef e proprietária do Capim Santo, Morena Leite implementou, em tempo recorde, um serviço de delivery especialmente para o período de quarentena, que começou a vigorar no final de março, tanto na capital paulista quanto no Rio de Janeiro. Em São Paulo, o delivery funciona para almoço, de terça a domingo. No Rio de Janeiro, o serviço está disponível de terça a domingo, no almoço e no jantar.

O cardápio criado especialmente para entregas oferece receitas de inspiração caseira, além de clássicos da chef. No menu de São Paulo, há até uma nova criação para ajudar a dar um gás no sistema imunológico – uma galinhada feita com açafrão, gengibre e quinoa, servida com purê de batata-doce (R$ 49).

Na unidade da capital paulista, o menu de almoço incluiu a possibilidade de o cliente montar seu prato combinando uma proteína (escalope de mignon, carne braseada com legumes, salmão grelhado ou sobrecoxa grelhada) a um tipo de arroz, um de farofa, um grão, um purê e mais um acompanhamento (R$ 51). Já na seleção de clássicos da casa estão, por exemplo, o ravióli de tapioca recheado de queijo da Serra da Canastra ao molho de ervas frescas (R$ 49), o bacalhau em natas com arroz (R$ 53), e o arroz caldoso de costela (R$ 49). Aos sábados, entra em cena a feijoada da casa e, aos domingos, bobó de camarão.

Na unidade carioca do Capim Santo, localizada na Barra da Tijuca, o menu de delivery para o almoço tem como destaque as ‘matulas’, oferecidas em nove diferentes opções. Entre elas, a Matula Sertão, com carne seca acebolada puxada na manteiga de garrafa, purê de abóbora, couve refogada, feijão preto e arroz (R$ 55), e a Matula Vegana, composta por moqueca de palmito pupunha, banana da terra e castanha de caju, acompanhada de arroz de coco e farofa de dendê (R$ 55).

Já no menu de jantar, boas pedidas são o nhoque de mandioquinha recheado com brie e mel, com molho de sálvia (R$ 64), a moqueca vegana – moqueca de banana, palmito pupunha e castanha de caju com arroz de coco (R$ 55), e o picadinho de mignon com purê de raízes e farofa de ovos (R$ 55).

Pensando tanto na alimentação das pessoas que precisam de boa comida, quanto na saúde do planeta, as embalagens são biodegradáveis, feitas de bagaço de cana de açúcar, podem ir ao forno e micro-ondas, e se desfazem no ambiente em até 25 dias. Junto com os pedidos, o restaurante também envia uma simpática cartinha ensinando todas as práticas de higiene que devem ser tomadas as receber o delivery.

Quer dar uma olhada melhor no menu paulista da chef? Clica Aqui!

Capim Santo São Paulo – 11 3816-0745 e 11 98189-0082

Capim Santo Rio de Janeiro – Telefones: 21 3252-2528 e 21 98576-0606 – Av. das Américas, 3900 – Avenida das Américas – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro

Conheça o trabalho comunitário do chef Jefferson Rueda, diante da pandemia do Covid-19.

Entre 400 e 700 marmitas preparadas por dia pelo chef Jefferson Rueda alimentam, desde o dia 20 de abril, a população em situação de vulnerabilidade social do Centro de São Paulo.

A região abriga as quatro concorridas casas criadas por Jefferson ao lado da esposa, sócia Janaína Rueda: A Casa do Porco, Bar da Dona Onça, Hot Pork e Sorveteria do Centro. Na cozinha da Casa do Porco, 39º na lista dos 50 melhores restaurantes do mundo, Jefferson assa a cada dia da ação dois porcos provenientes de sua criação sustentável. Acompanhamentos como arroz, feijão e salada completam as marmitas distribuídas com o apoio de ONGs e ajuda de voluntários em hospitais, ruas e comunidades da capital, como Hospital das Clínicas, Favela do Moinho, Favela do Boqueirão e Ocupação da Marcela.

Criado para garantir a alimentação dos mais necessitados no período mais crítico da pandemia de coronavírus no Brasil, o projeto conta com o apoio de ações sociais como Novos Sonhos, Extreme Impact, Instituto Ybi, Rede Social do Centro e Projeto Ação Retorno. Na primeira fase da iniciativa, foram assados 20 porcos, e distribuídas mais de 3000 refeições.

Também instalado no Centro de São Paulo, o Bar da Dona Onça segue recebendo mantimentos e produtos de limpeza e higiene pessoal para serem doados a ocupações do bairro.

Bar da Dona Onça – Edifício Copan – Av. Ipiranga, 200 – CJ 27 e 29
Centro, São Paulo – SP 01046-925 / Tel: (11) 3257-2016
comunicacao@bardadonaonca.com.br