Gaya Food reúne empresas zero glúten, açúcar e lactose, orgânicas e veganas para atender consumidores.

O isolamento social transformou o comportamento de consumo dos brasileiros. Nesse último ano, o comércio eletrônico ganhou mais espaço e os Apps de entrega em domicílio conquistaram o mercado. Segundo pesquisa realizada pela Kantar, 68% dos brasileiros entrevistados estão satisfeitos com os apps de entregas no quesito velocidade, 63% na facilidade de uso, 64% na qualidade dos produtos e 77% na facilidade de pagamento.

Além dessa mudança na forma de consumo, há novos hábitos que foram adquiridos durante a quarentena e que serão preservados pelos brasileiros no pós-pandemia como a intenção de comer de forma mais saudável citada por 54% dos entrevistados.

Segundo dados do Euromonitor, o Brasil ocupa hoje, a quarta colocação mundial no ranking de vendas de alimentos e bebidas saudáveis, um mercado que movimenta US$ 35 bilhões e vem registrando crescimento médio de 12,3% ao ano. Por aqui, 22% da população opta por comprar alimentos naturais e sem conservantes e para 28% dos brasileiros consumir alimentos nutricionalmente ricos é muito importante.

Optar por alimentos sem glúten, açúcar ou lactose é um hábito que vem crescendo não só entre as pessoas com alergias alimentares. Cada vez mais brasileiros estão descobrindo os benefícios desses produtos e também dos alimentos orgânicos, veganos e funcionais.

Para facilitar o acesso a esse tipo de comida acaba de ser lançado o Gaya Food, um novo aplicativo voltado para intolerantes a glúten e lactose e pessoas que querem se alimentar melhor sem perder tempo para encontrar cardápios recheados de receitas saudáveis. Ele combina a praticidade do delivery com restaurantes, hortifrútis orgânicos, açougues veganos, mercados e fornecedores de congelados que produzem alimentos para quem tem restrições, quer evitar doenças e manter o equilíbrio do corpo e da mente através da alimentação.

“Desenvolvemos o primeiro App voltado para alimentação consciente e o único a reunir vários estabelecimentos desse nicho. Queremos atender necessidades específicas dos consumidores e reunir empresas que produzem comida inclusiva, independente do tipo de cozinha, seja vegana, vegetariana ou kosher, integrando toda cadeia produtiva, desde fazendas orgânicas e indústrias até restaurantes e redes de varejo especializadas”, explica Paulo Silveira, fundador e diretor da Gaya Food

Além da praticidade do delivery, a empresa também quer proporcionar aos usuários experiências diferenciadas com dicas de dietas, receitas e eventos, fornecendo conteúdo associado a esse universo através do Mundo Gaya. No portal também haverá um espaço dedicado a médicos, endocrinologistas, nutricionistas, psicólogos e personal trainers, uma Advisory Board formada pelas principais referências técnicas e cientificas e a participação de key leaders e microinfluenciadores especializados em alimentação, saúde e prática esportiva.

Para ingressar no Gaya Food, as empresas podem entrar no site www.gayafood.com.br, fazer o cadastro para a equipe comercial dar início a negociação. O prazo entre o primeiro contato e ativação do parceiro leva cerca de 20 dias.

Para o consumidor o aplicativo permite a busca de restaurantes por região, o acompanhamento e pagamento dos pedidos, além de oferecer benefícios e conteúdo personalizado para os membros da Comunidade Gaya. Já, os parceiros podem usar o App para cadastrar menus, acompanhar pedidos e gerenciar cancelamentos e faturamento.

O serviço de delivery é feito diretamente pelos parceiros, o que possibilita o controle completo de todo o processo e flexibilidade nas entregas, uma vez que podem ser feitas sob demanda e também em horários diferenciados. Já, para quem não possui estrutura logística, a Gaya Food que está desenvolvendo um projeto paralelo com a Lalamove para fornecer esse suporte.

Empresas como Off Glúten, Le Pettit, Organic 4, Better Days, Casa Celi, Na Caixinha e Pão de Liz já estão vendendo pelo Gaya Food desde o início de abril. “Começamos a operação em São Paulo e estamos buscando mais parceiros em todo o País para levar as pessoas mais saúde e praticidade através de uma alimentação mais saudável, saborosa e nutritiva”, acrescenta executivo.

www.gayafood.com.br

Instagram: gayafood

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Garfo, uma start-up que entrega comida com cozinha autoral.

E mais um aplicativo chega ao mercado para facilitar a vida de quem deseja comer bem e anda meio sem tempo de encostar nas panelas, o Garfo é uma espécie de tábua de salvação para os paulistanos que se preocupam com uma boa alimentação, e que não desejam receber aquela comida com cara de fast food.

O Garfo tem sua própria cozinha e um menu diário (com 80 pratos criados e testados pelo chef Leo Botto ), que combina os preferidos dos clientes com sugestões do chef. A cada dia, o Garfo acena com quatro alternativas dessa base de receitas, incluindo opção vegetariana. Em um dia pode haver estrogonofe, carne de panela e peito de frango com caponata de legumes e batata doce, por exemplo. No outro, arroz de forno, peito de frango grelhado com quinoa marroquina e bifum oriental com cogumelos. 

Como se nota, pratos substanciosos, próximos aos triviais, que priorizam sabor e equilíbrio. Para acompanhá-los, a empresa também oferece, além das bebidas tradicionais, sucos integrais, chás naturais e refrigerantes com teor reduzido de sódio e de açúcar. 

“Para nós, todo o processo é sobre criar uma experiência para uma refeição balanceada, já que os pratos são pensados para o delivery, ou seja, do fogo direto para viagem, sem adaptações e improviso, sempre buscando produtos de qualidade e em 30 minutos a entrega”, resume Heloise Gildemeister, fundadora do conceito. A empreendedora tem no currículo a criação da Santa Clara Batataria (casa especializada em batata rösti, que fundou aos 24 anos) e da Palco 07 (agência de inteligência de música para marcas). Após uma temporada em Nova Iorque, notou em São Paulo, a dificuldade em fazer refeições bem preparadas e equilibradas no dia a dia, sobretudo por um valor que não fosse exorbitante. Daí o Garfo, que prepara receitas caseiras com ingredientes sazonais, apuro de chefs de cozinha e cobra um preço justo. Por preço justo entenda-se de R$ 34 a R$ 36 (já com a taxa de entrega incluída).

Em resumo, não se trata de uma plataforma de entrega, mas de um aplicativo de delivery com cozinha própria. Por ora, seu alcance de entrega está focado nos bairros de Pinheiros, Vila Madalena e arredores, já que o trabalho é feito a pé ou de bicicleta e não excede jamais meia hora.

Gostou da novidade? A Giros Gourmet adorou….então baixe o Garfo agora e maravilhe-se!

Paquera Virtual!

Cada vez mais a duvida paira em mim quando se trata de relacionamentos virtuais…..nada contra, mas de boa às vezes penso que a inerente criatividade humana ultrapassa nossa capacidade de imaginar as coisas de forma mais realista…..todo este discurso para comentar sobre uma matéria que li hoje e me fez no mínimo me sentir uma velha ortodoxa….rs

A matéria falava sobre Apps de paquera com geolocalização, que viraram hit na balada….ou seja além de não imaginar que estes aplicativos existiam, sabia menos ainda que este tipo de abordagem pudesse fazer tanto sucesso, quando se trata de relacionamento….mas para minha surpresa eles existem e ganharam força entre nós pobres brasileiros….rs…

Funciona assim: o usuário baixa o app, informa nome, idade, sexo e alguns interesses e cria uma conta….alguns aplicativos exigem fotos, o que convenhamos se faz necessário….mesmo com uns drinks a mais na noitada, porque segundo a tal pesquisa é na calada da noite a hora que mais bomba a procura….e o desejo para quem circula nas casas noturnas é apenas um relacionamento casual….ou seja não entre numas que encontrará o homem da sua vida desta forma…….isso definitivamente não irá acontecer!

Mas o que achei mais graça foi o depoimento de alguns usuários, alegando que em muitas tentativas se sentiram enganados…..hahahaha…..

O que eu acho disso tudo? Em um primeiro momento a visão é a primeira aliada da paquera….e  a olfação entra como uma forma de elo…..a conversa inicial para mim sempre irá despertar ou não as afinidades e semelhanças….sem contar a energia da pessoa….já a paquera virtual tem nuances bem diferentes…..palavras navegam sem rivais, mensagens voam disponíveis…..e geralmente o que acontece é um grande desastre…..

Porque as ofertas são tantas, e como nós seres humanos temos o coração bobo……podemos cair numa armadilha ilusória…..sei lá devo estar velha….mas ainda acredito que a tecnologia não beneficia muito os corações em busca de uma paquera mais promissora….

Mas ultimamente como nada pode ser descartado, fica a dica do Apps e vamos a luta! Rs

Beijos REAIS!