Metades….

Desde que me dou por gente, sempre preferi viver na coluna do meio… Sempre achei a coisa mais equilibrada de se pensar… rs… Tudo isso porque minha mãe desde cedo sempre disse que o filho do meio é o mais especial, por se tratar do recheio da coisa em si… hahahahaha! Ela estava enganada! Sim, eu sou filha do meio, e com muita honra! rs… Gente, é quase lógico meu raciocínio… O filho do meio nasceu na hora certa: depois do primeiro e antes do último. E desde cedo a gente percebe esta condição; até hoje sou o ying-yang familiar… E com mais um agravante, além de ser filha do meio, sou a única filha solteira… hahahaha Então virei uma espécie de “aquela a quem todos podem contar literalmente a qualquer momento”…

Voltando… Os que estão abaixo do meio, tadinhos… Já os que estão em cima, precisam tomar certas precauções para não cair em desgraça e sempre carregar um gelol da vida, caso haja tombos inesperados pelo caminho! Albert Einstein já dizia: “Viver é como andar de bicicleta: É preciso estar em constante movimento para manter o equilíbrio.”

Gente do meio tem maior chance de alcançar o tão sonhado equilíbrio, com a vantagem de poder circular por todos os cantos e com toda a tribo inferior/superior… Como reconhecer o pessoal da categoria do meio? Facinho… Geralmente não são nem ricos e nem pobres; nem magros e nem gordos; nem feios e nem bonitos… Na sua maioria é um povo legal, mais observador e com muitas histórias boas para contar… E simplesmente por viverem sempre no meio-tempo das coisas, eles nunca diminuem seu próprio valor comparando-se com outras pessoas. E gostam de viver um dia de cada vez, porque entendem que desta forma viverão todos os dias de suas vidas.

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