Descubra como vai rolar o delivery por drones.

A recente decisão da ANAC permite a realização de testes pela Speedbird e iFood, em caráter experimental, para além da linha de visada visual.

Semana passada rolou uma novidade que tô cheia de curiosidade até o momento, delivery por drones! A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) autorizou há poucos dias, a realização de testes para entrega de produtos por meio desta tecnologia. Esta decisão permite que o aparelho seja utilizado em serviços delivery do iFood, por exemplo, entre outras funções. Esta autorização, concedida à empresa Speedbird, trata-se de uma medida que permite testes, em caráter experimental, além da linha de visada visual – quando o operador não precisa ter contato visual para operar o aparelho e é válida até agosto de 2021.

Uma rota com 400 metros ligará a praça de alimentação do Shopping Iguatemi Campinas e o iFood Hub, uma estrutura dentro do empreendimento que roteiriza os pedidos. A entrega deve levar em média 2 minutos, um trecho que percorrido a pé pode levar 12 minutos. A partir daí, a última parte do trajeto é feita pelos entregadores.

Segundo Dennis Nakamura, co-fundador da Relp! Aceleradora de Restaurantes, a utilização de drones na entrega de alimentos, por exemplo, veio para facilitar o trabalho das empresas e aumentar o raio das entregas, sem descartar a importância do entregador. “O drone está vindo para ajudar. Ele não vai substituir os entregadores pessoa física porque a proposta do uso do aparelho é que ele faça as partes mais complexas da entrega como, por exemplo: passar por cima de rodovias, rios, mata, entre outros”, explica o empresário.

Em junho de 2019 foi realizada a primeira ação de delivery por drones, autorizada pela ANAC, da América Latina organizada por uma parceria de empresas: Relp! Aceleradora , SpeedBird Aero, NoBones e Infood. A iniciativa também contou com a presença de: Lucas Sauaia – co-fundador da Relp! e responsável pela área de B.I, na época, João Pedro Terreiro, analista de negócios, Brunno Barbosa e Marcella Izzo do No Bones, e supervisores da ANAC.

O equipamento, que carregava a 1ª picanha vegetal do mundo, da rede de açougue vegano No Bones, saiu do Parque Ecológico de Barueri, próximo à Av. Dr. Dib Sauaia Neto, em Alphaville, com destino final em Santana do Parnaíba, percorreu uma distância de um pouco mais de 1 quilômetro até chegar ao seu destino, um condomínio residencial em Alphaville. A ação recebeu a primeira autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) para realizar a entrega de comida no Brasil junto com o DECEA da Força Aérea Brasileira (FAB).

Confira o vídeo da ação, clicando aqui!

NotCo inaugura restaurante e promove menu com receitas de cozinheiros que perderam emprego na pandemia.

A startup de alimentos plant-based NotCo, já presente com seus produtos em supermercados, empórios e comércio online, e tá com mais uma novidade, em julho inaugurou um restaurante próprio pelo aplicativo iFood em São Paulo, o Why Not™. Pelo restaurante, a NotCo vai oferecer pela primeira vez no Brasil o Not Burger, hambúrguer vegetal com o sabor e a suculência como os de carne de vaca, que em alguns meses ganhará também uma versão para distribuição a mercados e restaurantes.

O Why Not™ tem cardápio com sanduíches, acompanhamentos e bebidas que levam os produtos da NotCo, todos 100% à base de plantas e com sabor, textura e valor nutricional muito próximos dos alimentos de origem animal. Além de hambúrgueres, os consumidores poderão pedir batata frita com Not Mayo – maionese sem ovos e à base de grão de bico – e Not Milkshakes feitos com Not Milk e Not Ice Cream – alternativas ao leite e sorvete cremoso.

“O Why Not™ funcionará como um laboratório criativo da NotCo. Os consumidores de São Paulo poderão experimentar novas criações do Giuseppe, a nossa inteligência artificial, antes mesmo que elas sejam escaladas industrialmente para distribuição ao varejo e outros restaurantes”, diz Luiz Augusto Silva, presidente da NotCo no Brasil .

Campanha Menu Compartilhado
Junto com o lançamento do Why Not™, a NotCo promove a campanha Menu Compartilhado, para valorizar e divulgar o trabalho de cozinheiros que perderam seus empregos por conta da pandemia. A startup abriu um processo seletivo para que cozinheiros e chefs que foram afetados pela crise enviassem receitas com o Not Burger para serem executadas e vendidas pelo Why Not™. O processo seletivo ficou aberto entre 6 e 11 de julho e, no total, foram escolhidas 8 receitas. Cada um dos seus criadores vai recebeu R$ 3 mil, além do lucro das vendas do seu sanduíche.

A cada semana, durante um mês, o menu do Why Not™ teve dois sanduíches criados pelos cozinheiros selecionados. Os dois primeiros ainda estão disponíveis na aba “Menu Compartilhado” na página do restaurante no iFood. Os profissionais escolhidos também terão nome e currículo divulgados, como forma de promover os profissionais neste momento de crise.

Projetos assim devem ser incentivados! Parabéns NotCo…